Sobre O Brasileirinho
Por jrubem2 | Em Atualidades | terça-feira 08-01-2008
O Brasileirinho é primeiro jornal no Brasil e quinto no mundo feito por crianças e jovens.
Nos moldes do jornal O Brasileirinho conhecemos apenas os jornais franceses Le Petit Quotidien, Mon Quotidien e L´Actu e um outro no Japão.
Normalmente as publicações infanto-juvenis no Brasil são encartes de grandes jornais, feitos por adultos para crianças. O Brasileirinho, no entanto, é um produto elaborado por crianças e jovens, contando com a participação mínima de adultos.
Desde seu lançamento em 28 de agosto de 2001, circula ininterruptamente e se transformou no porta-voz de crianças e jovens brasileiros, dando-lhes um espaço para expressarem suas idéias e criações artísticas, sem discriminação quanto à cor ou posição social.
Participa tanto as crianças das periferias, quanto as crianças dos grandes centros. As que não têm poder aquisitivo recebem o jornal impresso gratuitamente (em Irecê). Outras recebem o jornal em qualquer lugar do Brasil, através de assinatura ou lêem em suas escolas.
Ao longo de sua existência, a versão impressa de O Brasileirinho atingiu um nível de qualidade tão alto, em termos de informação e de aprovação nas escolas, que apesar de ser direcionado a crianças e jovens, é bastante apreciado por adultos que disputam com os filhos “quem vai ler primeiro”.
O Brasileirinho já foi citado várias vezes na grande imprensa nacional, jornais, revistas e diversos canais de televisão.
Recentemente foi comentado na TV Globo, no programa da Xuxa http://tvxuxa.globo.com/Tvxuxa/tanarede/0,,AA1635240-8496,00.html
Todos os meses uma edição nova. Você pode participar também. Para enviar textos, sugestões, críticas, doações, fotos, releases, notícias … entre em contato conosco por carta, fax, telefone ou e-mail:
Jornal O Brasileirinho
Av. Tertuliano Cambui, 343
Irecê – Bahia.
44900-000
Telefax (74) 3641-1893
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O tempo é interessante
Faz da vida um instante,
Com grandes modificações.
O lugar onde nascemos,
Onde crianças nós corremos
Não são os mesmos rincões.
A carta escrita se acabando…
O computador se impondo,
Tudo mudando com o tempo.
Mutações transforma a vida
A natureza comprometida,
E o homem não está isento.
O aquecimento global…
Este é o grande mal
Que não quero presenciar.
Ele virá com certeza,
Porque a mãe natureza
Já vive a agonizar.
Confrade Irajá, obrigado pela excelente poesia.