Depois do que aconteceu com a menina Isabella, fiquei espantado ao assistir a um vídeo, onde os pais jogam os bebês de uma torre de 15 metros de altura. E fazem isso todos os anos, em cerimônia religiosa.
Este acontecimento assustador é praticado pelos fiéis muçulmanos e hindus na vila de Solapur, no oeste da Índia.
Os pais atiram as crianças das alturas, acreditando que isso vai trazer boa saúde aos bebês. clique e assista ao vídeo com o bebê caindo
2008-04-30
Pais jogam bebês de uma torre de 15 metros de altura - assistam ao vídeo
O Brasileirinho
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Curso de "intolerância religiosa" para crianças

Muitos crimes são cometidos neste mundo por religiosos, usando o nome de Deus. Isso acontece sempre no Oriente Médio e acontecia há pouco tempo na Irlanda. Em um passado mais remoto, a inquisição católica tirou a vida de milhares de seres humanos, torturando-os lentamente até matar ou então queimando-os vivos na fogueira.
Li na BBC e achei bem original a idéia dos escoceses para combater a "intolerância religiosa", cujo conteúdo é este:
Um grupo de estudantes de duas escolas primárias em Glasgow, na Escócia, foi "aprovado" em um curso pioneiro cujo propósito é combater a intolerância religiosa.
Ao todo, 70 alunos de duas escolas - uma católica, outra de maioria protestante - concluíram o curso de seis meses criado para formar laços de amizade e celebrar as diferenças entre as crianças.
Para incentivar o foco profissional, os estudantes também aprenderam sobre áreas diversas de atividade, como moda, design e artes gráficas.
Os idealizadores do curso pretendem acompanhar os alunos durante o nível secundário e mais adiante, para avaliar se a experiência teve de fato um impacto positivo.
O curso teve início em outubro de 2007 e envolveu alunos das escolas Sandaig Primary, no bairro de Barlanark, e St Stephen's Primary, em Sighthill.
Os alunos tiveram a oportunidade de conviver enquanto assistiam às aulas nos colégios North Glasgow College ou Metropolitan College, todas as sextas-feiras pela manhã.
Nesta terça-feira, os alunos receberam um certificado especial em uma cerimônia na prefeitura da cidade.
Histórico
A intolerância religiosa afeta a sociedade escocesa desde o século 20, e é mais concentrada na cidade de Glasgow.
Ela teve início após a entrada no país, de maioria protestante, de católicos irlandeses que migraram para a região nos séculos 19 e 20 em busca de empregos nas indústrias locais.
Em Glasgow e em regiões no oeste da Escócia, as crianças ainda tendem a freqüentar escolas católicas ou protestantes.
A rivalidade religiosa também se reflete na escolha dos times de futebol: os protestantes torcem para os Rangers, os católicos, para o Celtic.
O Brasileirinho
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Adotar uma criança vai ser mais fácil com o criação nacional do cadastro de adoção
Outra prova de que o Brasil está ficando um país mais inteligente. Os burocratas descobriram que uma medida simples, que deveriam ter adotado há deécadas, pode reduzir significamente o tempo para adoção de uma criança neste país.
Só para se ter uma idéia, a catarinense Ana Maria Pereira, 44 anos, funcionária pública está tentando uma adoção de criança há seis meses e como ela tem 3 mil pessoas que aguarda na fila de adoção, no estado de Santa Catarina.
Ana conta, segundo texto publicado na Agência Brasil que a decisão pela adoção foi tomada sozinha depois de ter perdido um bebê em uma gravidez mal sucedida há quatro anos e receber o diagnóstico médico de que não poderia ter filhos. O problema acabou gerando a separação do marido que era contra a adoção ou métodos artificiais para tentar uma nova gravidez.
“Eu nem sabia que poderia adotar sozinha. Quando descobri essa possibilidade, adotar foi a primeira decisão que tomei depois de me separar.”
Segundo Ana, o processo de habilitação foi rápido, em torno de um mês. Entretanto, na própria Vara da Infância e da Juventude, ela foi informada de que o tempo de espera na fila poderia durar de três a quatro anos.
Para a funcionária pública, a criação do Cadastro Nacional de Adoção , lançado hoje (29) pelo Conselho Nacional de Justiça, significa uma esperança de reduzir a espera por um filho.“Eu acho que vai agilizar a adoção, diminuir a espera da gente na fila”, disse.
No caso de Ana, o cadastro pode significar o acesso a um bebê de quatro meses que está sendo atendido no abrigo em que ela que trabalha como voluntária em Florianópolis.
“Ele foi encontrado na rua e ainda não está disponível para adoção, mas é de outra cidade. Com o cadastro unificado agora pode ficar mais fácil adotá-lo quando saírem os papéis da Justiça.”
Ana busca uma criança de até 12 meses, da cor branca e considera que o bebê pode ter problemas de saúde, desde que tratáveis. Para ela, restrições impostas na hora da adoção, que vem sendo apontadas por especialistas como o principal motivo da demora nos processos de adoção, nem sempre são reflexos de racismo ou de exigência excessiva.
Ela acredita que, muitas vezes, as opções são fruto de escolhas induzidas pelo próprio formulário de adoção. “Eles colocam essas opções e a gente preenche. Eu acho que poderiam deixar mais em aberto essas escolhas”, disse.
Em relação à escolha da raça, a funcionária pública diz que a opção envolve questões familiares e também a preocupação de que a criança passe por constrangimentos no futuro. “Fica mais difícil de dar respostas. Na escola, por exemplo, os amiguinhos vão sempre perguntar: por que sua mãe é branca e você não?”
O empresário Sérgio Kato e a mulher Elisabete, que é analista de sistemas, entraram na fila de adoção em Florianópolis em dezembro do ano passado já sabendo das dificuldades de encontrar bebês para adoção. Por isso, tentaram restringir menos a escolha e definiram que a criança a ser adotada pode ter entre até 4 anos de idade. Para Sérgio, o cadastro vai facilitar a vida para os pretendentes e para as crianças que esperam pela adoção no país.
"Eu acredito que com a unificação, o fato de eu estar cadastrado nacionalmente e a possibilidade de surgirem crianças que coincidam com o perfil que estou esperando, vai facilitar a vida tanto para a gente que está esperando por um filho adotivo como para as crianças que aguardam para ser adotadas”, disse.
O casal, de origem oriental, decidiu pela adoção depois de dez anos tentando ter um filho biológico. Segundo eles, a única restrição com relação à criança é que ela não seja negra.
“Nós vemos que o processo de adoção para a família já é de difícil inclusão. Há certas dificuldades, entre os orientais, com a cor. Então, para não dificultar ainda mais o processo, fizemos essa restrição”, explicou Kato.
De acordo com a Justiça de Santa Catarina, existem hoje no estado 120 crianças disponíveis para adoção e 3 mil pessoas habilitadas a adotar. Muitos candidatos a pais já estão na fila há quatro anos sem encontrar uma criança compatível com perfil desejado. Ainda segundo a Justiça, a maior parte dos pedidos de adoção prioriza bebês com até 12 meses, brancos, do sexo feminino e sem problemas de saúde.
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Vídeo importante sobre a 1ª Conferência da juventude
Preocupações com meio ambiente,
oportunidades de trabalho e uma
crescente busca por soluções são
alguns dos temas em debate na
1ª Conferência Nacional da Juventude.
Assistam ao vídeo:
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O que pensam os jovens sobre aquecimento global
Saiba o que pensam participantes do
1º Encontro de Coletivos Jovens
do Vale do Ribeira e Alto Paranapanema (SP),
sobre aquecimento global:
Assistam ao vídeo:
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2008-04-29
Produzir artefatos de couro - Uma boa capacitação para os jovens de Serra Preta
Ainda este semestre, 40 jovens do município de Serra Preta, oriundos de famílias cadastradas no Programa Bolsa Família, serão capacitados para a produção de artefatos de couro. A ação será viabilizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), que firmou, nesta terça-feira (29), convênio o município, no valor de R$ 113 mil. A iniciativa vai possibilitar a manutenção de oficinas de confecção de bolsas, carteiras, cintos e chaveiros.
As aulas serão desenvolvidas em duas unidades de produção instaladas na sede do município e no distrito de Ponto. A previsão é atender também aos moradores das localidades de Bom Jesus, Entroncamento do Bravo, Lagoa da Caiçara, Carocha, Cabaceiras e Morro do Curral.
Cada participante receberá uma bolsa-auxílio, no valor de R$ 65, por um período de seis meses. O investimento destina-se ainda à aquisição de aquisição de computadores, equipamentos e insumos. Além disso, um galpão será construído para melhorar as condições operacionais das atividades.
Em 2006, o governo fez investimentos da mesma natureza no município, visando melhorar o nível de renda das famílias locais. A jovem Nídia Paula dos Santos, 23, foi uma das contempladas com a qualificação. “Participar do curso representou um passo importante pra mim. Já tinha uma certa experiência em trabalho com couro, mas precisava de um suporte. Hoje produzo na minha própria casa, com minha família”, afirmou.
O professor do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Antônio Carlos Argolo, assessor do projeto, explica que o objetivo principal é preparar os beneficiários para o empreendedorismo. “Esse trabalho destina-se exclusivamente aos jovens. É preciso que eles tenham autonomia, independência e condições de montar núcleos de produção com suas famílias. Esperamos que, em breve, eles possam criar cooperativas de comercialização”.
das/is
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Governo usará cartão telefônico para combater exploração sexual de crianças

Se a idéia vai funcionar ou se não vai, ninguém sabe ao certo, mas a iniciativa do governo é boa. A partir de maio, três milhões de cartões telefônicos vão ajudar no combate à exploração sexual infantil no país.
Nos cartões haverá mensagens do tipo Não Deixe que uma Criança Seja Marcada pela Violência, Disque 100.
A campanha pretende incentivar os usuários do sistema de telefonia pública a denunciar abusos contra crianças, conforme publicado na Agência Brasil :
A iniciativa, lançada hoje (29) em Brasília, é uma parceria entre o Centro de Excelência em Turismo (CET) da Universidade de Brasília (UnB), o Ministério do Turismo, a Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares e a Brasil Telecom. Os cartões serão vendidos em toda região Centro-Oeste, Sul e também nos estados do Acre, Rondônia e Tocantins.
De acordo com a coordenadora do programa Turismo Sustentável e Infância (TS& I), do Ministério do Turismo, Elisabeth Bahia, a expectativa é de que em breve a campanha seja lançada em todo o país. De acordo com ela, o cartão vai ajudar a ampliar o número de denúncias recebidas pelo Disque 100.
Uma pesquisa realizada pela Brasil Telecom mostra que um cartão telefônico fica em média 20 dias com uma pessoa. Para a coordenadora do programa TS& I, isso foi um dos fatores determinantes para fazer a campanha nos cartões telefônicos.
“Vamos aumentar o nosso público-alvo. Vamos divulgar o Disque 100 para aqueles com quem geralmente não trabalhamos, que são os usuários de cartões telefônicos. Vamos atingir mais pessoas. A responsabilidade social está acontecendo”, disse a coordenadora.
Para a diretora do Centro de Referência da Criança e do Adolescente (Cecria), Neide Castanho, a medida é simples, porém eficaz. “Essa é um iniciativa muito parecida com a do soro caseiro. É tão fácil como eficiente. Uma mensagem explícita e compreensiva, que tenha um impacto estruturante, é capaz de mudar condutas. Violência contra criança eu não tolero, disco 100”, completou.
O Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Criança e Adolescente, conhecido como Disque 100, funciona desde 1997. É um serviço de discagem direta e gratuita, disponível para todos os estados brasileiros. De 2003 a novembro de 2007, mais de 49 mil denúncias foram registradas. Cerca de 28 mil, referentes à exploração e abusos sexuais contra crianças.
O Brasileirinho
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Bahia estuda formas de reduzir a mortalidade materno-infantil

Um diagnóstico a ser elaborado pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) em maternidades públicas, vai identificar qualidades e problemas no atendimento materno-infantil para subsidiar projetos de qualificação na assistência, como o que está sendo negociado com o Banco Mundial (Bird). O projeto tem como foco a redução da mortalidade materna e neo-natal.
“A idéia”, explicou o secretário Jorge Solla, “é focar ainda mais na gravidez de risco e nas crianças que nascem com problemas de saúde”. O novo projeto está sendo acompanhado pela equipe do Projeto Saúde Bahia, voltado para os municípios mais carentes do estado.
O diagnóstico da situação do cuidado materno-infantil na Bahia foi divulgado nesta segunda-feira (28), durante o I Encontro Estadual do Cuidado Materno-Infantil, realizado no auditório do Hospital Roberto Santos, com a participação de profissionais de hospitais e maternidades da rede.
A redução da mortalidade infantil e a melhoria da saúde da gestante fazem parte dos oito objetivos para o desenvolvimento do milênio, estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para todo o mundo. O desafio do Brasil é reduzir de 29 para 18, o número de crianças mortas para cada 100 mil nascidas vivas até 2015.
Na Bahia, esse índice é de cerca de 22 óbitos em cada 100 mil nascimentos. Já a situação da mortalidade materna é mais preocupante, com um índice considerado alto para a Organização Mundial de Saúde (OMS): 63 mortes maternas por 100 mil nascidos vivos, quando o aceitável é entre 10 e 20 óbitos por 100 mil nascimentos.
O encontro, segundo o secretário, é o primeiro passo para identificar, na rede de assistência materno-infantil no estado, as unidades que possam ser caracterizadas como referências regionais.
Em Salvador, o Instituto de Perinatologia da Bahia (Iperba) é considerado hospital referência para a saúde da mulher, mantendo serviços essenciais que vêm contribuindo para a redução dos números da mortalidade infantil e materna, a exemplo da unidade semi-intensiva neonatal e o ambulatório para pré-natal de risco. Grávidas com hipertensão, doença hipertensiva da gravidez, diabetes, anemia falciforme, disfunções da tireóide e gravidez múltipla precisam de um acompanhamento maior, desde o início da gestação.
No oitavo mês, a auxiliar de enfermagem, Tatiane da Silva, espera duas meninas e conta que está tudo ótimo, apesar da dificuldade para caminhar e do inchaço nos pés e nas pernas. “O pré-natal foi excelente, pois o médico, desde o início, acompanhou tudo e tirou todas as minhas dúvidas”, afirma Tatiane.
Na unidade semi-intensiva neo-natal, com 26 leitos, bebês prematuros extremos, com desconforto respiratório, icterícia, que nasceram anoxiado (com falta de oxigênio) ou com qualquer patologia que os impeçam de ficar com a mãe, são tratados até terem condições de viver fora das incubadoras.
Segundo Jorge Solla, ainda há um conjunto amplo de ações a serem desenvolvidas para a qualificação maior da atenção materno-infantil. Para a técnica Estela Nascimento, da Diretoria de Informações em Saúde da Sesab, essa atenção qualificada é essencial para reduzir os óbitos neo-natais, a maioria ocorrendo nos primeiros 28 dias de vida.
A maior parte das causas são afecções originadas do pré-natal, como a prematuridade e o baixo peso ao nascer. “É o que se quer reverter. Não é fácil, pois, além da melhoria da assistência à gestação e ao recém-nascido de risco, é preciso investir em equipamentos e recursos humanos especializados e ainda melhorar a condição sócio-econômica da população”, disse Estela.
mml/sas/is
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Preocupação com meio ambiente aumenta uso de fraldas de pano para bebês

Nunca é tarde para uma boa ação, como por exemplo, os pais comprarem fraldas de pano para seus bebês, no lugar das fraldas descartáveis, a fim de contribuir com o meio ambiente.
O uso de fraldas de pano quadruplicou na Grã-Bretanha, nos últimos anos. Pelo menos é o que mostra um levantamento de mercado publicado pela empresa de pesquisas Mintel neste mês, cujo resultado mostra que aumentou em 6 pontos percentuais o número de pais que tem filhos usando fraldas.
Um percentual de 42% dos pesquisados, acreditam que o uso de fraldas de pano é melhor para o ambiente e o número de pessoas que se sentem no dever de reciclar seu lixo aumentou em 17,3 pontos percentuais em 2007, em comparação com 2003.
As fraldas de pano que na atualidade ocupam um nicho de mercado, poderiam seguir o exemplo dos alimentos orgânicos para bebês que deixaram de ser nicho e passaram a ser um produto popular, entre o grande público.
Todos ganhamos com estas mudanças. Só na Grã Bretanha, a título de exemplo, são jogadas três bilhões de fraldas descartáveis a cada ano.
Uma alta percentagem de 90% destas fraldas vai para os depósitos de lixo, onde passarão 20 anos para começar a decomposição, que pode durar até 100 anos.
O Brasileirinho
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Justiça britânica condena dois adolescentes à prisão perpétua

Fiquei surpreso ao saber, através da BBC, que dois adolescentes britânicos foram condenados à prisão perpétua, nesta segunda-feira, pelo assassinato de uma jovem por espancamento em Lancashire, no noroeste da Inglaterra, em 2007.
Sophie Lancaster, de 20 anos, foi morta por Brendan Harris, de 15, e Ryan Herbert, 16, por estar vestida como gótica. Ela tentava defender seu namorado, Robert Maltby, de 21 anos, do espancamento.
Harris deve cumprir pena mínima de 18 anos e Herbert, de 16, segundo determinação do juiz. Outros três estudantes que participaram do espancamento - dois de 17 anos, e um de 16 - também foram presos pelo ataque ao casal.
Os adolescentes não conheciam os dois jovens espancados e alegaram que atacaram os dois góticos apenas pelo fato de eles parecerem diferentes.
O juiz Anthony Russell descreveu o ataque como um ato de "selvageria", que levanta questões sérias a respeito "do tipo de sociedade que existe no país".
"Este foi um caso terrível, que chocou e escandalizou a todos que ficaram sabendo", afirmou Russell.
"Pelo menos, os animais selvagens, quando caçam em bandos, têm uma razão justificada para fazer isso, para conseguir alimentos", acrescentou o juiz. "Vocês não tinham nenhuma (razão), e seu comportamento naquela noite degrada a humanidade."
O Brasileirinho
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