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Calendário de Vacinação da Família

Adoção de crianças

A vacinação da família é a melhor forma de prevenir contra diversas doenças, como poliomielite (paralisia infantil), tuberculose, rubéola e febre amarela, entre outras. Ao se vacinar, a pessoa passa a ter proteção (anticorpo) e torna-se imunizado. Nos links abaixo você tem informações completas sobre vacinação da família:

Vacina para crianças - Ministério da Saúde

Vacina para adolescentes- Ministério da Saúde

Vacina para idosos- Ministério da Saúde

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A criança

Toda criança precisa
de amor e dedicação.
Garantindo a grandeza
de nossa próxima geração.

As crianças são amadas
pelo nosso bom Jesus.
Ele sabe que delas brotam
os mais lindos raios de luz.

Todas as Ongs do mundo
deviam um dia se voltar.
Para proteger a criança
em todo e qualquer lugar.

Sem ver a nacionalidade
nem cor nem a religião.
Todas que nascem aqui
do mundo são cidadãos.

A criança bem protegida
as drogas não a detém.
Será um adulto saudável
e um defensor do bem.

Sugiro que neste mundo
surja uma organização.
Voltada só para criança
de todo e qualquer rincão.

Garantindo saúde e morada
bom alimento e educação.
Para salvarem o planeta
desta terrível degradação.

Uma criança bem amada
será um cidadão de bem.
E nosso mundo ganhará
a geração que lhe convém.

Poeta Irajá.


Inventam uma bicicleta com tecnologia inspirada em Fórmula 1

A tecnología implementada nesta bicicleta está inspirada na F1. (Foto: EP)

A tecnología implementada nesta bicicleta está inspirada na F1. (Foto: EP)

  • ‘The Copenhagen Wheel’ nome dado por seus inventores é equipada com conexão Bluetooth e suporte para o iPhone.
  • “A bicicleta funciona como faz uma pessoa ao andar”, dizem eles.
  • Foi inventado Instituto tecnológico de Massachusetts.

Cientistas do Institute of Technology de Massachusetts (MIT) inventaram uma bicicleta capaz de se mover sozinha, aproveitando o excesso de energia cinética que sobra em suas rodas. A Roda de Copenhagen, como seus desenhistas a batizaram, está equipada com conexão Bluetooth e suporte para iPhone. Os responsáveis por este projeto descreveram sua invenção como a bicicleta 2,0 e noticiado no 20minutos.es:

A Roda Copenhague é capaz de armazenar energia cada vez que o ciclista usa o freio e, em seguida, usar essa energia proporcionando impulso para ir para cima ou adicionando uma  “explosão de velocidade” em situações de tráfego pesado.

Esta roda não só aumenta a potência utilizando a tecnologia inspirada na Fórmula Um, mas também pode manter o controle de velocidade e a cadência das pedaladas.

“A roda usa tecnologia semelhante à do KERS (Kinetic Energy Recovery System), que mudou radicalmente o mundo da Fórmula Um nos últimos dois anos. Quando freia, sua energia cinética é recuperada por um motor elétrico e é armazenada em baterias dentro da roda, de modo que você pode usar novamente quando for necessário”, disse o diretor Senseable City Lab do MIT, o professor Carlo Ratti.

“Em certo sentido, a bicicleta funciona da forma como faz uma pessoa andando”, disse Ratti. “Ao pedalar para frente o motor faz por si o mesmo movimento  que seu par e ao mandamos o pedal para traz para frear, o motor começa a regeneração de energia elétrica, com a redução da velocidade.”

“A primeira coisa que queremos fazer com The Copenhagen Wheel é ampliar o leque de pessoas que podem percorrer uma distância determinada, tornando a experiência de condução mais suave, até o ponto que subir ladeiras em colinas não seja obstáculo”, disse a prefeita de Copenhague, Ritt Bjerregaard.

“O grande objetivo de nossa cidade é que 50% dos cidadãos usem a bicicleta quando forem trabalhar ou para os centros de estudo todos os dias. Portanto, para nós, este projeto é parte da resposta a pergunta como podemos tornar o uso da bicicleta mais atraente“, disse Bjerregaard.

Bike 2,0

Usando uma série de sensores e de uma ligação Bluetooth para o iPhone, que pode ser montado no guidão, a roda pode controlar a velocidade da bicicleta, a direção e a distância percorrida, e também recolher dados sobre a poluição do ar e até mesmo a proximidade de amigos próximos que utilizam o mesmo sistema.


Escola do Paraná alfabetiza crianças em dois idiomas

Crianças estão sendo alfabetizadas nos idiomas português e guarani, na Ilha da Cotinga, em Paranaguá, um local de grande importância histórica, porque os colonizadores portugueses fizeram o primeiro contato com os índios Carijó no Paraná, em 1524.

Vivem no lugar, atualmente, 12 famílias de índios, sobrevivendo do artesanato.

A educação na ilha é de responsabilidade do Departamento da Diversidade da Secretaria de Estado da Educação (Seead). Segundo a coordenadora da área, Cristina Cremoneze, em todo o estado há 35 escolas de educação indígena que atendem aproximadamente 3 mil estudantes, segundo a Agência Brasil/Lúcia Nórcio:

O filho do cacique da aldeia, Dionísio Rodrigues, – ou Kuaray, seu nome indígena – conta que, antigamente, quando iam para a cidade sem estar preparados, os guarani desistiam de estudar devido ao choque cultural. Segundo ele, na ilha, os professores não apenas ensinam, mas também aprendem o jeito de ser e os costumes indígenas.

De acordo com Cristina Cremoneze, as políticas públicas de inclusão permitem não só a preservação da cultura do povo indígena, mas também o respeito à diversidade. O governo possibilita a formação de professores indígenas que, após concluírem o curso do magistério, exercem a profissão nas próprias aldeias.

A professora Vânia Lúcia e a pedagoga Dinai Raquel contam que chegam à ilha diariamente com a preocupação de “deixar no continente as coisas que são do continente”. E garantem que quem vem trabalhar nas ilhas não quer mais sair porque o envolvimento é muito grande. A maioria das aulas é dada ao ar livre, aproveitando a riqueza local para fazer o casamento entre conhecimentos universais e as tradições do povo indígena.

Na escola local, por enquanto, só existem as primeiras quatro séries do ensino fundamental. Kuaray reclama da dificuldade dos alunos em continuar os estudos porque têm que sair da ilha. “Há 200 anos não deixávamos o povo branco entrar em nossas terras, hoje sabemos o valor do conhecimento, temos que conhecer nossos direitos”, disse em tom de discurso.

Na aldeia há um sentimento forte de autoridade e de organização. Kuaray, por exemplo, proibiu a reportagem da Agência Brasil de fazer fotos e filmar, alegando que essa autorização só poderia ser dada pelo cacique, que não se encontrava no local. “É ele quem dá as ordens”, afirmou.


Centenas de pessoas marcham pela Paz e não Violência no Rio de Janeiro

A 1ª Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência realizada hoje (19) reuniu  centenas de pessoas munidas de cartazes, bandeiras e guarda-chuvas com dizeres e símbolos da paz, percorrendo o calçadão da orla de Copacabana, zona sul da cidade.

A carioca Cleide Inácio Horta ficou sabendo do encontro pela televisão. “Perdi meu filho num acidente de trânsito em maio. E decidi que quero fazer alguma coisa para melhorar essa situação. Já está muito ruim, não pode piorar mais.”, conforme Agência Brasil/Flávia Villela:

A alemã Petra Klein participa da marcha mundial desde o primeiro evento, no dia 2 de outubro, na Nova Zelândia. O encerramento está previsto para 2 de janeiro de 2010, na Cordilheira dos Andes. “A força dessa marcha está na união de milhares de pessoas de diversos países e diferentes culturas que buscam a criação de uma cultura de não violência.”

A única integrante brasileira da equipe internacional da marcha, Jacqueline Melo, disse que a cada nova cidade que passam, o movimento ganha mais força.

“A iniciativa foi idealizada pela ONG [organização não governamental] Mundo Sem Guerras, da qual faço parte. Começou pequena, ia passar por poucos países, mas muita gente demonstrou interesse em participar, movimentos, entidades. Ganhou uma dimensão tão grande que ao final do evento vamos ter passado por mais de 90 países e 100 cidades nos cinco continentes.”

Jacqueline Melo disse que as crianças e os jovens são o público-alvo da marcha. “São as novas gerações que vão gerar essa consciência da urgência de paz e da não violência.”

Durante a noite, está prevista uma celebração à marcha no Cristo Redentor com 150 convidados, entre autoridades civis e religiosas, artistas e ativistas sociais. Durante o evento haverá também um ato interreligioso, com pedidos pela paz de representantes de vários credos. O anfitrião será o reitor do Santuário do Cristo Redentor, padre Omar.

Amanhã (20), a marcha chega ao centro da cidade de São Paulo e às 16h haverá shows com vários artistas brasileiros, no Vale do Anhangabaú.

Para a ativista Cristina Weber, que veio da cidade de Maricá, Região dos Lagos, a marcha ajuda a desenvolver várias frentes de ação em cada lugar por onde passa. “A marcha veio para a gente criar uma chispa, uma semente, e cria base de contatos, adesão, de vínculo, enfim, mobilizar ações duradouras para promover a paz. A ideia é realizar este evento todos os anos.”


Avatar, o filme três dimensões mais caro da história do cinema

Avatar: assim é o cinema galáctico

Ele revolucionou a ficção científica com os dois primeiros Terminator, arrasou com Titanic e, em seguida, rodou documentários, experiências com todos os tipos de tecnologias e se convenceu de ser o iluminado que reinventaria o cinema.

Agora, depois de uma longa espera, chega o resultado dos esforços de James Cameron. É o Avatar, segundo alguns, o filme mais caro da história (cerca de 500 milhões de dólares), realizado para o novo sistema de projeção em três dimensões e é capaz de recriar um mundo baseado em imagens criadas por computador.

De passeio por Pandora

A Terra está passando por um momento difícil: é 2154 e sua crise energética seria superada graças ao mineral, Unobtainium, que só pode ser encontrado na colonizada lua de Pandora. Mas suas maiores reservas estão no território sagrado de uma espécie de humanóides chamados Na’vi, de modo que a tensão vai aumentando.

Avatar,  o filme três dimensões mais caro da história do cinema

Devido à dificuldade de lutar contra uma atmosfera irrespirável, os seres humanos misturam DNA humano com Na’vi, criando híbridos de controle remoto conhecidos como avatares. Um pelotão de fuzileiros começa a ser treinados para invadir o lugar. Mas um deles, Jake Sully (desativado em sua carcaça humana, ágil em seu novo corpo), se perde durante o treinamento e entra em contato com a cultura local.

Os humanos são maus

O conflito existencial de Sully, a ambição humana, a união de Na’vi com a natureza e os perigos e as maravilhas imaginadas por Cameron enchem a obra de ação, ambientalismo e imagens fascinantes. Espera-se também que deslumbrem o público e seu bolso.

Tecnologia alienígena

Os Na’vi são mais finas, altos e com proporções mais distintas que os humanos. Por isso, Cameron teve que inventar novas formas de captação de movimento para recriar os seus gestos. Entre eles, um capacete na cabeça dos atores para copiar o seu olhar e assim dar um realismo maior aos seres de outro planeta, conforme texto do jornal espanhol 20minutos.

E.U.A., 2009. Dir: James Cameron. Int: Sam Worthington, Zoe Saldana. Duração: 162 min.



Sala de Bate-Papo

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