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Nokia refuta oito mitos sobre o uso de telefones celulares

Foto celular Nokia

Um telefone móvil Nokia. (Foto de John Karakatsanis/reprodução

A Nokia quer compartilhar com os usuários a elucidação de oito mitos, que considera falsos, sobre o uso de telefones celulares. A empresa abordou algumas das questões mais polêmicas sobre o uso de celulares em locais como postos de gasolina e aeronaves, bem como boatos sobre doenças relacionadas ao uso da bateria ou pilha.

Telefonia móvel tornou-se uma tecnologia de uso diário e muitos chegam a esquecer de que se trata de algo recente. Os celulares se popularizam cada vez mais e sua tecnologia evoluiu em ritmo frenético na última década.
Sendo uma tecnologia relativamente recente, muitas utilidades dos aparelhos ainda são experimentais, gerando rumores ou mitos. A empresa fez uma revisão de algumas das histórias mais populares do mundo móvel para acabar com as opiniões erradas.

Celulares perto de postos de gasolina

O primeiro mito que a Nokia negou categoricamente é o de que usar celular perto de um posto de gasolina pode causar um incêndio. Sobre esse mito, a Nokia explicou em seu blog Nokia Conects que “nunca aconteceu até hoje”. De acordo com a empresa, é falsa a opinião de que os celulares podem provocar um incêndio nos postos de gasolina.

Para confirmar sua tese, A Nokia citou o porta-voz do Instituto Americano do Petróleo, Robert Renken, o qual disse: “Desde o início da humanidade, não existe nenhum caso de celular que provocou incêndio”. Além disso, a Nokia lançou um vídeo do programa Caçadores de Mitos onde desmonta esse boato sobre o uso de telefones celulares.

O limite evolutivo

Em segundo lugar, a Nokia rejeitou a ideia de que a tecnologia móvel já atingiu o seu máximo desenvolvimento. A empresa explicou que isso é completamente falso e assegurou que continuará inovando.

Além disso, a Nokia afirmou continuará evoluindo “mais rápido do que há cinco anos”. Segundo a empresa, só as mentes mais conservadoras não mais acreditam em inovação. Como exemplo, citou o responsável pela Oficina de Patentes dos Estados Unidos de 1899, Charles H. Duell,que garantiu que “tudo o que podia ser inventado já foi inventado.”

Telefones em avião

Em terceiro lugar, a Nokia avaliou o rumor de que o uso de celulares pode causar a colisão de aviões. A empresa finlandesa admitiu que é “uma questão sensível” porque ninguém tem cem por cento de certeza se os celulares podem exercer alguma influência nos aviões. No entanto, a Nokia tem contado com “o consenso geral de que é altamente improvável que os telefones celulares causem um acidente de avião”.

Embora a Nokia tenha descrito como mito a relação entre acidentes de aviões e celulares, a companhia especificou que “é melhor prevenir do que remediar”.

Não causam câncer

Outra questão espinhosa é a relação entre a radiação de celulares e seu possível envolvimento no desenvolvimento de câncer em usuários. “Este tem sido um tema quente no mundo da mídia, porque há uma série de visões conflitantes”, comentou a Nokia.

A empresa explicou que “a indústria acredita que os celulares são seguros, porque usam radiação ionizante, ao contrário da radiação de raios-X e materiais radioativos”. Apesar disso, a Nokia reconheceu que esta questão “não pôde ser comprovada ainda”. ”A relação entre celulares e câncer ainda não foi comprovada”, segundo a empresa.

Para abrir o carro

Também é falso o mito que se pode abrir um carro enviando o sinal para o controle remoto do carro através de um celular da Nokia.

Mitos da bateria

Os seguintes mitos que a Nokia teve o cuidado de negar estão relacionados com a duração da bateria e sua vida útil:

Recarregar a bateria todo dia

A Nokia analisa a questão da redução da vida útil da bateria se for recarregada diariamente. Este mito é muito popular e pode ser aplicado a todos os tipos de celulares e não apenas aos telefones que funcionam com bateria. Segundo a Nokia este mito surgiu no início dos telefones celulares, mas “nas baterias dos smartphones de hoje o problema foi corrigido”. Houve uma mudança dos materiais para fabricação das baterias, além de ter sido introduzido melhorias no software para que não diminua a vida da bateria devido à recarga diária.

Códigos secretos

Nokia considera um mito falso estender a vida útil da bateria graças à introdução de um código secreto. Segundo a empresa, a verdade é a introdução de códigos não melhora nada, mas o uso de novos softwares pode otimizar o consumo.

Nokia na historia da telefonia

Quanto ao oitavo e último, a Nokia brincou sobre o mito de que seu impacto sobre o setor está limitado a raras ocasiões. Neste caso, em resposta, a Nokia forneceu um link para a história da empresa destacando sua importância no setor e sua capacidade de inovação, conforme publicado no 20minutos. es.


Violência é o pior problema do Brasil, segundo pesquisa do Ipea

O pior problema do Brasil é a violência, segundo pesquisa divulgada no fim de dezembro pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A pesquisa envolveu 3,7 mil pessoas e 23%  apontaram a violência como o pior problema do país, seguido da saúde, com 22,3% e a corrupção com 13,7%, o desemprego com 12,4%, a educação, 8%, pobreza 6,1% e as desigualdades, 5,8%.

O professor Gustavo Venturi, do departamento de sociologia da Universidade de São Paulo (USP), chama atenção para o fato da lista das prioridades nacionais se reciclar periodicamente. “Se nós voltarmos às eleições de 2002, por exemplo, o desemprego era o tema principal das campanhas presidenciais e disputava com a segurança. Hoje, há uma mudança em função do aquecimento da economia e da formalização do emprego que coloca o problema mais para trás na fila”, disse para a Agência Brasil/Amanda Cieglinski.

Mas a percepção da população sobre quais são os problemas mais graves do país variam muito de acordo com a idade, renda e região. Os sulistas são os mais preocupados com a corrupção. No Norte e no Nordeste, a violência é apontada como o problema mais grave. No Sudeste e no Centro-Oeste, a saúde aparece no topo da lista dos maiores problemas. Também há diferenças na opinião de ricos e pobres sobre quais são as questões mais urgentes. Nas famílias com renda per capita mensal até um quarto de um salário mínimo, 23,7% avaliam que o acesso à saúde é o problema mais grave, seguido pela violência (22,6%) e o desemprego (18,4%).

Foto 1 - sobre problema do Brasil“A saúde está um caos, falta investimento e mais gente trabalhando. Eu, graças a Deus, não preciso muito usar a rede pública porque Deus me dá saúde”, declarou Francisco das Chagas, 46 anos, ambulante. Cícera Gomes, 31 anos, está desemprega. Moradora do entorno de Brasília, ela acha que a falta de saneamento básico é um problema grave. “Eu moro em Luziânia e a estrutura é péssima, estou lá há 12 anos e nada foi feito. E ainda tem a violência. A gente não está seguro em lugar nenhum. Temos que cobrar do governo poque a gente paga nossos impostos e o mínimo que eles têm que fazer é cumprirem o que prometem”, disse.

Já entre as pessoas cuja renda familiar per capita é superior a cinco salários mínimos, 27,8% concordam que o problema mais grave é a corrupção, 26% acham que é a saúde e 17,7% acreditam que é a violência. Apenas 1,7% dos mais ricos acham que a falta de emprego é um problema importante no Brasil. “Os principais problemas são a saúde e a educação. Acho que se acabasse com a corrupção melhoraria e muito também outras áreas. Porque as verbas são desviadas e aí os professores não são valorizados, nem os profissionais de saúde”, declarou a enfermeira Rita de Cássia, 48 anos.

Venturi explicou que cada grupo tende a avaliar a situação a partir de sua própria realidade, e existe uma diferença de “agenda” entre as camadas da população. “A vida das pessoas mudou em termos objetivos nos últimos anos. Nós tivemos milhões de pessoas que ascenderam socialmente e essa mudança na condição de vida delas soa muito mais alto do que qualquer discussão mais subjetiva, como a da corrupção. As camadas de maior renda, precisando menos de um Estado forte e atuante, vão ser mais sensíveis a essa discussão”, avalia o sociólogo.

No grupo com renda mais alta, 16,8% acham que a educação é um problema importante, enquanto entre os mais pobres apenas 5,9% concordam com a assertiva. A diferença é que o primeiro grupo tende a analisar a questão da educação pelo ponto de vista do acesso, enquanto o outro considera de forma mais crítica o fator da qualidade. “As camadas populares antes não tinham acesso à educação, por isso tem um grau de exigência menor. São pais que não tiveram acesso à escola e agora veem que o ensino superior está no horizonte dos seus filhos. Por outro lado, a conclusão dos estudos em diferentes níveis não é suficiente para garantir colocação no mercado diante de uma economia aquecida. A discussão da qualidade da educação sensibiliza mais as camadas mais altas”, aponta Venturi.

foto 2 - sobre problema do BrasilDe acordo com o estudo do Ipea, a população mais jovem é a que mais se preocupa com a questão do desemprego, da educação e das desigualdades sociais. Já para os adultos, o maior problema é a saúde. Os idosos são aqueles que mais se importam com a violência e a corrupção. “O governo tem que ouvir mais a população para saber quais são os principais problemas que a gente enfrenta. Um governo que não ouve a população não pode saber o que ela passa”, defende a estudante Juliana Amorim, 26 anos.


Escola Virtual do Mercosul será lançada hoje na Biblioteca Nacional

A Escola Virtual do Mercosul será lançada hoje (6), às 16h, na Biblioteca Nacional, em Brasília.

Trata-se de um ambiente virtual, com cursos de capacitação online, serviços de informação e comunidades de prática para micro, pequenos e médios empresários, instituições de ensino e pesquisa e representantes da sociedade civil dos países do bloco econômico.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, e o embaixador da Delegação da União Europeia no Uruguai, Geoffrey Barrett, participam da cerimônia de abertura. Eles darão entrevista depois do lançamento.

A escola virtual é um dos principais resultados do projeto Mercosul Digital, iniciativa de cooperação internacional entre a União Europeia e o Mercosul.

Uma boa iniciativa que trará benefícios para muitos.


Luz em Marte? O fogo provocado pelo Curiosity

Imagem do fogo provocado pelo Curiosity em Marte com laser

Fantástica luz: o ChemCham pode se distanciar 23 metros do robô Curiosity e evaporar um pedaço da montanha com seu laser poderoso

Veja o vídeo no final do texto

A sonda Mars irá disparar um feixe de laser com a energia de um milhão de lâmpadas na superfície do planeta vermelho para ver se pode ou não ter abrigado vida.

A equipe internacional de exploradores espaciais que lançou o Mars Science Laboratory está contando com o instrumento para procurar por sinais biológicos no planeta Marte.

O ChemCam dispara um pulso de laser poderoso, vaporizando alguma poeira de Marte e examina o espectro de luz que brilha através dele.

O sistema robusto é um dos 10 instrumentos montados no veículo da missão rover, chamado Curiosity.

“ChemCam foi projetado para procurar elementos mais leves como carbono, nitrogênio e oxigênio, os quais são cruciais para a vida”, disse Roger Wiens, pesquisador responsável pela equipe da missão ChemCam, para o jornal britânico Daily Mail.

“O sistema pode proporcionar a detecção imediata e inequívoca de água, de gelo ou de outras fontes sobre a superfície, bem como de carbono – um bloco de construção básico de vida. Isso torna o ChemCam um componente vital da missão curiosidade”.


Previdência faz campanha para donas de casa terem direito ao benefício

O Ministério da Previdência promove uma campanha para que donas de casa de baixa renda se inscrevam na Previdência Social. Veiculada em rádio e televisão, a peça publicitária incentiva as donas de casa a contribuir com 5% do salário mínimo, o que equivale hoje a R$ 27,25.

De acordo com o diretor do Regime Geral de Previdência, Rogério Nagamine, para se inscreverem as donas de casa precisam se dedicar exclusivamente ao trabalho doméstico, ter renda familiar de no máximo dois salários mínimos (R$ 1.090) e estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).

“A preocupação é garantir a proteção social da Previdência para essas pessoas. Se inscrevendo, ela passa a ter direito a benefícios como o salário maternidade e o auxílio doença. Com isso ela pode também se aposentar por idade. Nesse caso, são exigidos 15 anos de contribuição e 60 anos de idade”, explicou.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 6 milhões de donas de casa preenchem as condições para se inscrever no benefício.

A orientação de Nagamine para as donas de casa que se interessarem em fazer a inscrição é ligar para o número da Previdência, o 135, para receber as orientações e fazer seu cadastro no Regime Geral de Previdência Social.

 

Roberta Lopes
Repórter da Agência Brasil


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