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Calendário de Vacinação da Família

Adoção de crianças

A vacinação da família é a melhor forma de prevenir contra diversas doenças, como poliomielite (paralisia infantil), tuberculose, rubéola e febre amarela, entre outras. Ao se vacinar, a pessoa passa a ter proteção (anticorpo) e torna-se imunizado. Nos links abaixo você tem informações completas sobre vacinação da família:

Vacina para crianças - Ministério da Saúde

Vacina para adolescentes- Ministério da Saúde

Vacina para idosos- Ministério da Saúde

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Tratar a morte como tabu prejudica crianças, diz psicóloga

Imagem símbolo da morte

Segundo os terapeutas da Fundação Mario Losantos del Campo (FMLC), tratar a morte como tabu prejudica as crianças.

Os especialistas consideram que respostas claras sobre a realidade da morte, ajudam a criança a adaptar-se mais facilmente a nova situação.

Segundo artigo publicado no site ABC.es, um de cada dez crianças que perde um de seus pais corre o risco de sofrer uma depressão se sua dúvida não á atendida corretamente.

A psicóloga Loreto Cid diz que as crianças não necessitam que lhes explique a morte, pois estudos científicos demonstram que “são conscientes de sua existência desde muito cedo e sentem temores relacionados a morte”.

Bebês de 6 e 8 meses podem ser capazes de notar a ausência da pessoa com quem tem estabelecido seu vínculo principal como a mãe, por exemplo.

O conselho é que contem a verdade para a criança e respondam suas dúvidas, durante os rituais de despedida da pessoa falecida.

Tratar a morte como tabu prejudica crianças, diz psicóloga

Segundo os terapeutas da Fundação Mario Losantos del Campo (FMLC), tratar a morte como tabu prejudica as crianças.

Os especialistas consideram que respostas claras sobre a realidade da morte, ajudam a criança a adaptar-se mais facilmente a nova situação.

Segundo artigo publicado no site ABC.es, um de cada dez crianças que perde um de seus pais corre o risco de sofrer uma depressão se sua dúvida não á atendida corretamente.

A psicóloga Loreto Cid diz que as crianças não necessitam que lhes explique a morte, pois estudos científicos demonstram que “são conscientes de sua existência desde muito cedo e sentem temores relacionados a morte”.

Bebês de 6 e 8 meses podem ser capazes de notar a ausência da pessoa com quem tem estabelecido seu vínculo principal como a mãe, por exemplo.

O conselho é que contem a verdade para a criança e respondam suas dúvidas, durante os rituais de despedida da pessoa falecida.


Publicidade infantil:sociedade precisa se mobilizar contra abusos

O Brasil está atrasado na regulamentação da publicidade infantil, quando comparado com outros, segundo avaliação da professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará (UFC), Inês Vitorino. Ela é coordenadora de um grupo de pesquisa da relação infância, adolescência e mídia da instituição e doutora em ciências sociais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Na opinião desta especialista  é preciso haver maior reflexão e mobilização da sociedade brasileira para exigir leis que protejam crianças e adolescentes dos “efeitos nocivos” que o marketing direcionado a eles tem. “As propagandas voltadas para crianças são em geral abusivas porque utilizam estratégias de persuasão que elas não são capazes de identificar, então estão sendo enganadas”, disse . Leia o restante »


Morte de crianças cai pela metade em dez anos: IBGE

foto bebê de 11 semanas

Por katerha / Flick CC

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada hoje (27) , mostra que reduziu pela metade a mortalidade infantil no Brasil, entre os anos 2000 e 2010.

Segundo os resultados gerais da Amostra do Censo 2010, o número de óbitos de crianças menores de 1 ano passou de 29,7 para 15,6 em cada mil nascidas vivas, uma queda de 47,6%.

O Nordeste registra a queda mais expressiva da mortalidade infantil. No período, o índice passou de 44,7 para 18,5 óbitos para cada mil crianças. Porém, ainda é o nível mais alto no país. O Sul registrou o menor índice: 12,6 mortes.

A melhora do índice se deve a medicina preventiva, curativa, saneamento básico, programas de saúde materna e infantil, além da valorização do salário mínimo e dos programas de transferência de renda. Além disso, o IBGE destaca que a queda da mortalidade infantil está ligada ao aumento da escolaridade materna e à diminuição do número de filhos por mulher, observado desde a década de 1960. Entre 2000 e 2010, a taxa de fecundidade registrou queda e passou de 2,38 crianças por mãe para 1,9. A menor taxa é a do Sudeste (1,7 filho por mulher) e a maior, no Norte, 2,47.


Crianças terão duas vacinas a mais a partir de junho

Foto do ministro Padilha

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, anunciam duas novas vacinas: a injetável, contra a paralisia infantil, e a pentavalente, que protege contra cinco doenças (José Cruz/ABr)-

O calendário de imunização das crianças terá duas vacinas a mais, a partir do segundo semestre. Uma é a vacina injetável contra a paralisia infantil e a outra é a pentavalente, que imunizará contra cinco doenças e substituirá a tetravalente.

A inclusão da vacina injetável no calendário de vacinação contra paralisia infantil não vai implicar a retirada da dose em gotinhas da lista. As duas vacinas aumentam a eficácia, pois a vacina injetável usa o vírus morto e, a segunda, o vírus vivo atenuado (mais fraco).

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que a vacina injetável diminui os riscos da criança sofrer eventos adversos após a vacinação, como uma paralisia infantil pós-vacinal. O efeito é raro, mas passível de acontecer. Em 2011, foram detectados dois casos suspeitos de paralisia infantil pós-vacinal no país. A vacina injetável tem maior eficácia nas primeiras doses em comparação à oral, segundo a Agência Brasil/Carolina Pimentel.

Segundo o ministro, a vantagem da vacina oral é proteger um grande número de crianças, mesmo quem não foi imunizado. “A vacina oral causa um efeito rebanho. Mesmo as crianças não vacinadas, são protegidas quando vacinamos várias crianças. A oral é eliminada nas fezes da criança e, nos locais onde há pouco saneamento básico, causa um efeito de proteção no ambiente”, explica o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. A injetável será aplicada nos bebês com 2 e 4 meses de idade e, a oral, no reforço aos 6 e 15 meses. Leia o restante »


Guia da Anvisa orienta panificadoras a produzir pão com menor teor de sal

Foto de pãesCom o objetivo de reduzir o consumo de sal no país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou um guia com orientações para as padarias e outras empresas de alimentação fabricarem o tradicional pãozinho com menor teor de sal.

Dados da Pesquisa de Orçamento Familiar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2009,  mostram que o brasileiro consome pelo menos um pão francês por dia, principalmente no café da manhã ou no lanche da tarde. Uma unidade do pãozinho, tamanho habitual de 50 gramas, tem cerca de 320 miligramas (mg) de sódio (correspondente a 40% da composição do sal). A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda consumo diário de 2 mil mg, equivalente a uma colher de chá de sal.

No guia, uma das dicas é diminuir a adição de sal à farinha de trigo, um dos ingredientes da massa. Em dezembro passado, o Ministério da Saúde e as indústrias de massa, trigo e panificação firmaram acordo que prevê a diminuição dos atuais 2% de sal no pão francês para 1,8% até 2014. Batatas fritas, bolos prontos, salgadinhos de milho e biscoitos recheados também estão na lista do acordo.

“Isso significa que em 2011 uma receita que utiliza 50 quilos de farinha de trigo e que, tradicionalmente, é adicionada de 1000 gramas de sal (2% da base de farinha de trigo) terá a quantidade desse produto diminuída para 950 gramas (1,9% da base de farinha de trigo) até o fim de 2012 e para 900 gramas (1,8% da base de farinha de trigo) até o fim de 2014”, diz o guia de boas práticas.

Outra recomendação é pesar a quantidade de ingredientes da receita em uma balança. Não é aconselhável usar xícaras, copos e colheres como medidores, porque não garantem precisão. “Se realizada de forma incorreta [pesagem], pode comprometer a qualidade do produto final e, até mesmo, acarretar danos à saúde do consumidor. Por exemplo, se a adição de sal for maior do que a recomendada, o produto final terá maior quantidade de sódio e, consequentemente, poderá influenciar na pressão arterial e aumentar o risco de doenças cardiovasculares”.

A adoção do guia é voluntária. O brasileiro consome em média 3.200 mg de sódio por dia, acima do indicado pela OMS. De acordo com pesquisa do IBGE, mais de 81% dos garotos e 77% das meninas na faixa etária de 10 a 13 anos ingerem sódio além do máximo tolerável. A ingestão excessiva contribui para a pressão alta, doenças cardíacas e renais.

O Guia de Boas Práticas Nutricionais para o Pão Francês está disponível na página da Anvisa na internet www.anvisa.gov.br.

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

 


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