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Ler mais dá mais Saúde – Dizem os médicos pediatras

No Brasil temos milhões de analfabetos que não conhecem as letras do alfabeto e temos outros milhões que conhecem as letras do alfabeto, sabem ler as palavras, mas não sabem o que estão lendo. São os analfabetos funcionais. E nesse número inclui tanto adultos, quanto crianças e jovens.

Ler mais dá saúde é um exemplo de projeto bonito que vem dos Hospitais Pediátricos, não no Brasil, mas em Portugal. Lá os médicos vão atuar como promotores de leitura, atuando junto as crianças hospitalizadas na faixa de seis meses a seis anos.

O Plano Nacional de Leitura (PNL) deles envolve a Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral (APMCG). Um protocolo de intenções já foi assinado, destacando “importância do convívio com livros e da leitura em família, entre adultos e crianças a partir pelo menos dos seis meses, como fator determinante da aprendizagem e desenvolvimento da literacia”.

Em declarações à Agência Lusa, a comissária do PNL, Isabel Alçada, referiu tratar-se de uma «iniciativa pioneira em Portugal”, que assenta em estudos realizados em outros países, como os Estados Unidos e Canadá, e que pretende “mobilizar a sociedade civil” para este projeto de incentivo a leitura.

Os livros serão distribuídos nos Centros de Saúde e Hospitais Pediátricos e os clínicos gerais mostrarão aos pais das crianças.

Esta iniciativa pioneira, divulgada pelo Diário Digital/Lusa deveria ser copiada pelo médicos brasileiros. Realmente “Ler + dá Saúde”.

Jackson Rubem: Jackson Rubem, escritor e jornalista
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