Viciados em internet

Viciados em internet – Como saber se nossos filhos são?

Viciados em internet se multiplicam a medida que o acesso vai se tornando cada vez mais fácil, veloz e barato. A dependência da rede mundial de computadores para fazer pesquisas escolares, se informar e também para outros hábitos contribui para o aumento significativo de  de crianças viciadas na internet.

A consequência disso pode ser percebida nos consultórios pediátricos. Cada vez mais crianças e adolescentes buscam os médicos com alguma doença resultante do vício em internet, redes sociais ou celular.

Uma mãe, durante conversa com o o pediatra Jesús Garcia, presidente da Sociedade Espanhola de Pediatria Social, relatou :

“Tenho crianças que sentem dores nas articulações. Um deles apresentava uma artrite na falange do dedo polegar por por mais de mil mensagens todo dia no WhasApp. Estão todo dia teclando”.

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Abuso Sexual

Como evitar que crianças sofram ao falar de abuso sexual?

Abuso sexual de crianças é algo revoltante que fere o direito da criança e podem causar traumas para o resto da  vida. Pior ainda, é quando a criança que sofreu abuso tem de contar tudo que aconteceu, em depoimento especial, revivendo o trauma.

Em defesa da criança, órgãos da infância e do judiciário brasileiro se reuniram em um seminário organizado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) em parceria com organizações não governamentais. O resultado do evento será a elaboração de um protocolo de procedimento para evitar que crianças e adolescentes revivam os momentos de abusos sexual.

A secretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Angélica Goulart, informou que já existe um grupo de trabalho com representação da sociedade civil para elaborar um protocolo brasileiro desse atendimento. “O Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente) está produzindo, por meio do Conselho Federal de Psicologia e de Serviço Social, uma resolução que trata do atendimento de crianças em qualquer escuta [não só na Justiça] em todo tipo de atendimento. As informações estão sendo trazidas para alimentar o grupo de trabalho”. Continue lendo