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Jogos violentos atraem cada vez mais as crianças no Brasil

Um dos jogos eletrônicos mais vendidos no Brasil é o GTA, onde a sobrevivência do jogador em uma cidade grande depende dele cometer vários crimes, inclusive a morte de velhinhas, entre outras coisas.

O pior de tudo é que este tipo de jogo atrai bastante o interesse das crianças. Elas sabem se trata apenas de um jogo. Continuam tratando as pessoas com respeito e muitas são amáveis.

Os jogadores dizem que o principal atrativo do brinquedo é a possibilidade de ter mais de 10 mil opções do que fazer em uma cidade grande. “Cada vez que se joga é um jogo diferente. Não precisa seguir rigorosamente um roteiro”, explica um jornalista, contumaz jogador de GTA. “Acho meio violento para crianças, porque pressupõe que o jogador é um bandido. É um jogo de roubar carro, assaltar banco, explodir pessoas. Não daria para meu filho de seis anos”.

Nos Estados Unidos a Entertainment Software Rating Board, agência que regula os programas de entretenimento, liberou o GTA apenas para maiores de 17 anos. No Brasil, o Ministério da Justiça classificou para maiores de 18 anos.

A classificação serve de orientação para os pais e não tem poder de impedir a venda.

Não sou especialista no tema, mas do mesmo modo que revólveres e outras armas de brinquedo acabam exercendo uma influência negativa na vida adulta das crianças, jogos do tipo GTA também podem fazer o mesmo.

Conscientemente, a criança até pode saber que é apenas um jogo, mas e inconscientemente? A maior parte dos crimes no mundo são cometidos por pessoas que dizem não saber o motivo de ter feito aquilo.

Existem alguns jogos simples que não estimulam violência, entre eles Sonic.

Jackson Rubem:
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